segunda-feira, 6 de junho de 2011

Um ano sem você

Não pretendo mais falar do Daniel e nem ter lembrança mais nenhuma. Realmente acreditei que ele era minha alma gêmea, com muitas afinidades, sempre conectados, até já adivinhava minutos antes quando ele ficaria on line. Preciso apagar as lembranças e dar espaço para um verdadeiro amor, esquecer qualquer lembrança da cor dos olhos dele, da boca dele. E ontem me permiti ouvir as últimas canções que me faziam lembrar dele:




Foi fofa a cena do 1º encontro entre Hugo e Eduardo, mas este não soube interpretar bem, não é bem este olhar que gay enrustido faz quando começa a se interessar por homem. Veja a cena neste link e a outra do homofônico Kleber implicando com Roni e achando que Douglas que é hetero, não pode ter amizade com um gay.
O Rafael bi, aquele que me deletou e depois voltou a me adicionar achando que eu era outro, que é bonitão e vi na praça mas é esquisito? Então, ontem me chamou pra sair, perguntando se eu tinha carro. Eu disse pra onde ele queria ir, lugar público ou privado? Ele responde privado. Aí eu percebo a intenção dele e jogo: “ah, então você está querendo dar uns amassos” E ele: não. Queria usar drogas e sair pra gente comprar. Eu disse que não uso mas não tenho nada contra, até falei que meu ex usava maconha e eu brigava com ele. Aí ele disse ”Você é careta, cai fora” Sabe qual foi minha resposta indireta? : “Imagine, careta ficava ele com cara de demente e raciocínio lerdo, eu gosto é de homem de verdade, autêntico e sincero, que não precise de viagras mentais” kkk, ficou quieto, agora vou usar este meu termo que tive inspiração “viagras mentais”, ou seja, pessoas que precisam de drogas pra ficarem excitados psicologicamente, porque tem uma estrutura fraca que não sabe ser feliz, empolgado, solto e confiante sem estas porcarias. Ah vá, ele achou que eu fazia uso disso? E ainda fala de um jeito como se isto fosse um luxo, vá merda!

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