Gostei desse adulto um pouco grisalho, dá tesão de pegar um mais velho:
O blog está com 20 links de sites interessantes, confiram no menu lateral. No programa Parada do Gato, ligou novamente um esquisito de Jundiaí, sei lá, que terra de esquisitos que falam como gíria “tendeu?” É só entrar no chat que só tem gay de pegação ou prostituição, é raro encontrar algum que queira um relacionamento sério que não seja um tarado logo por sexo. Por lá também teve a Marcha pra Jesus e tem uma professora transex que dá aula na rede municipal que passou no programa Conexão Reporter. Ela é respeitada pelos alunos e pelos professores que aprendem a viver com as diferenças, diferente do que muitos homofóbicos justificam que “não gostariam de ter uma trans dando aula para seus filhos” ou de que iriam expor a sua sexualidade falando disso o tempo todo e influenciando-os. Pelo contrário, as alunas e alunos adolescentes até consideram ela como amiga e não tem nenhum tipo de preconceito, mas é o que ela própria disse: “Não sei se todos me aceitam, porque aceitar é diferente de respeitar”. O programa também mostrou uma travesti casada com um hetero e recepcionista de escola municipal de teatro de São Paulo, até o pad mouse da mesa dela é com um arco-íris. Mas esta história de que homem que gosta e sai com as trans são heteros ou gays? Gostam de pênis, penetração ou da figura da mulher exageradamente sensual ou sexual? É bom jogar este questionamento quando os preconceituosos ficam perdendo tempo em questionar se a pessoa nasce gay, vão cuidar dos seu heteros, pois 82% que as procuram são homens casados.
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