quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Bastidores





Mais uma vez o programa A Liga abordou a noite paulistana e alguns personagens gays, como a drag queen Amanda di Polly, que de dia é o publicitário Rodrigo, que é uma pessoa reservada e tímida que nem parece que consegue incorporar seu alter ego Amanda todo despachado. Disse que desde jovem se gostou de se vestir assim e começou a fazer eventos sem o pai descobrir, para isso saia para cidades distantes, até que um dia o pai percebeu que a quilometragem do carro estava muita e questionou. Nisso ele começou a se policiar e saia de carro, deixando num posto perto da rodoviária. Até que um dia o pai passou e viu o carro dele parado lá. Foi perguntar para o funcionário do posto que disse que o carro era de uma loira toda enfeitada que saiu com uma outra de ônibus e que voltaria a pegar o carro as 4 da manhã, aí o pai descobriu. Depois mostraram duas travesteens que fazem programa desde os 14 anos, uma parece que faz porque gosta de sexo, pois ambas de dia trabalham como cabeleireiras e a família não sabe que fazem programa. Acho que no fundo muitas gostam de se prostituir nas ruas só para se sentirem desejadas, pois no dia a dia como homens travestidos acho que não atraem o desejo nem de homens ou de mulheres. Mas tem muito homem hetero que só gosta de um sexo anal e o fogo que um outro homem trans tem. Nossa, nem PI o programa colocou quando ela começou a cantar “Quero dar o meu cuzinho” e oferecia para os bofes de moto, que paravam pra passar a mão. Um deu meia volta e disse: outro dia a gente brinca, e marcou no meio da semana...

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