Na academia apareceu um mocinho de 15 anos, com uma nuca tentadora, cabelos negros raspados e um topete, sem falar no rosto viril de macho hetero, só podia ser hetero mesmo com aquele jeito brucutu de falar caipira. Tinha uns pelinhos no braço, como dizia meu amigo, começou a crescer pêlo e fazer sombra já pode, rs. Depois passou um boy magia lindo, logo o que chamou minha atenção foram os braços grossos esticados no volante e apoiado no vidro, acompanhei com os olhos e vi que o dono dos braços era um moreno gostosão, nem escondi o meu desejo, literalmente virei o pescoço pra trás e ele percebeu. Outro dia passou um braçudo tatuado, minha nossa, deve passar horas na academia pra ter esculpido o braço daquele quilate. Teve um outro também destes morenos “tudo de bom” que ainda me olhou sério tipo “está me estranhando” mas também como meu olhar nem foi muito explícito, ele não teve certeza, eu é que acabei estranhando ele mesmo. A parada do Rio teve menos público que o Círio de Nazaré, mas mais público que o Rock in Rio inteiro. Em “O Astro” tem também 4 personagens glbts, incluindo 2 cabeleireiros bem afetados, mas é tão legal eles mostraram a conversa cheia de gírias uó, que até esqueço que são gays, se tornou comum este universo. Nany People voltou a participar do Roda de Mulheres da Hebe, prefiro ela que a Rogéria, a Nany já tem mais jeito de mulher, mais divertida, mais senhora, já a Rogéria passa com aquele vozeirão mais um ar masculino, com cabelão uma figura feminina forçada e um ar mais sexual. A Nany acaba até tendo a simpatia dos homens entrevistados, por que acabam se identificando, pois a Nany conhece melhor o lado masculino porque também é homem.
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