quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Identidade de Gênero 2


...Uma das mães disse que no começo é aquele choque mas que a melhor coisa é aceitar o filho, porque quando uma criança nasce ninguém sabe o que ela vai ser, imagine um casal homofóbico, orgulhoso ou religioso tendo um filho que aguns anos mais tarde descobre jeitos afeminados na criança? Teve uma mãe que disse que mudou da casa dos pais, que morava junto com o filho e com medo dos pais expulsarem ele de casa, resolveu juntar uma grana e comprar uma casinha pra ela morar só com o filho travesti. Na época ela dizia pra ele ir devagar, porque os avós comentavam: “olha este menino está pintando a unha, etc”. Só que ela usou um bordão de que “o amor dela por ele foi maior do que a dor”. Mas que dor é essa? Do filho sofrer ou dela sofrer preconceito por conta do filho? Mostrou uma pediatra transexual em Porto Alegre que foi agredida a 2 semanas e agora está com síndrome de pânico e não sai mais sozinha, ela ainda disse “vai saber se algum desses não foi uma criança que no passado ela cuidou”. E mostrou a professora Brenda, que parece mesmo uma mulher, ninguém diz que é trans, ela contou que chegou ao ponto de um dia amarrar o pênis bem forte com fio dental na tentativa de necrosar e aí ter que operar a força, veja o ponto que uma trans se sente com seu corpo, deve ser a mesma coisa que uma mulher acordar um dia com um pênis, lógico que aquilo não pertence a identidade dela. Takao é um transexual masculino e disse que seu sonho é simples: poder andar de regata, mas ele ainda tem características femininas, se o ver no banheiro masculino vou tapar meu pau...

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