Aproveitando a volta as aulas, um vídeo brasileiro sobre a homofobia nas escolas:
Achei uma foto do Rafael nas minhas coisas e pela 1ª vez notei que não sinto nada forte pro ele como era antes, nem lembro dele. Meu Dani sim que é meu bonitico, meu pequeno, meu coração gigante, meu amorzão. Como é bom saber que é recíproco, vou ficar até em slow quando revê-lo. Eu amo aquela coisa fofa. Vi aquele carinha de olhos puxados que mora no meu bairro e sempre me olhava estranho, acho que procurando algum sinal de que sou gay. Ele estava com aquele gay assumido que cumprimento, talvez sejam primos. Este tem fetiche pela minha altura, e devem ter comentado quando passei. Fiquei feliz porque assim pelo menos gays bonitos e masculinos tem aumentado por aqui. A galera estava na panificadora, quando passei escutei alguém falar meu nome, como se quisessem saber como eu me chamo. Pronto, já fiquei famoso. Moças me olhavam encantadas e uns rapazes também, por nunca terem me visto tanto assim socialmente. Era um show de rock e tinha uns gays por lá, inclusive um só me secava. E o Gi tô achando que está se interessando por mim. Que saco, revi o clone do meu namorado, só que tem mais cabelo. Desse jeito eu morro de saudades, mas está interessante eu ser paquerado mas agora estar comprometido.
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