Gostei mesmo de ver os caras nas quadras. Um era tão gato que não pude evitar ficar admirando o rosto dele, se eu pudesse ter um namorado pintoso desse jeito. Tinha um de pernas grossas e de meias vermelhas todo estiloso, mostrando toda virilidade do seu corpo. Um homofóbico jogava também, mas os gatos que esticavam seus peitões pra sacar a bola... Que peito, com pelinhos exalando tesão gostoso de homem. Por um momento fiquei imaginando se algum deles cata homem escondido, faz pegação no vestiário. No Amor e Sexo, fizeram a pergunta pra Edson Celulari: Por que os homens não sabem lidar com cantada de outros homens? Achei bem estranho a atrapalhação dele e depois ainda disfarçando que não se afetou, tanto que a apresentadora ainda questionou a platéia se ele tinha sido sincero. E Fernanda Lima ainda disse o termo homofóbico, ao explicar que tem muito cara preconceituoso que não sabe lidar com isso (hoje em dia, o termo homofobia é bem conhecido). Depois Cristiane Torloni falando da bissexual feita também por Maria Maya na peça e Fernanda disse: “que maravilha, vou ver”. E na entrevista na rua sobre fetiche, ela citou que gays também tem tesão pelos salva vidas e lésbicas também cantam aeromoças, ou seja, foi linda ao incluir o desejo homossexual também no fator fetiche, não só se referindo a fantasia dos heteros.
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