sábado, 19 de março de 2011
Autopreconceito
Outros documentários que passaram na NGT foram “Amor Inesperado” e o inédito Jerusalém: As Fronteiras do Preconceito, que retrata um bar gay chamado Shushan, localizado na cidade, onde pessoas de diferentes nacionalidades, religiões e orientações sexuais vivem em paz num lugar dividido pela guerra. A produção acompanha a rotina de palestinos e israelenses e a luta deles para fazer uma Parada Gay em Jerusalém. Ainda lembro das pessoas que afirmam que em 2010 virou moda homossexualidade. Se tem algo que me incomoda quando estou numa calçada e sem querer estou na mesma velocidade que outro homem a minha frente, quando tento ultrapassar acabamos andando lado a lado, aí fico pensando no que as pessoas estão achando, como se eu estivesse acompanhado e saindo com o outro homem, até garotas já me olharam maliciosas. Sei que o preconceito em mim causa medo de assumir um relacionamento com outro e me expor, porque também evito homens mais velhos pra namorar, porque quanto mais homem ele for, mais me sinto mal, como se fosse pecado a homossexualidade, então se for moleque jovem de 20 e poucos, parece que socialmente estou namorando inocentemente, do que se aparecer com um homem mais adulto e sério, que parece que estou com homem só pelo sexo, como se necessitasse. Devia ter um bar ou boate gay pelo menos em cada cidade, mais pessoas famosas se assumindo, jogadores de futebol se assumindo, etc. O prefeito de Berlin é homossexual e a 1ª ministra da Islândia é assumidamente lésbica.
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