Isto que podemos dizer que é uma novela mexicana:
Já o Super Pop com a Ariadna já começou querendo causar, a princípio parecia que Ariadna não queria estar no palco com Bolsonaro, ela alegou que disse isso antes a produção, que não respeitou, que seria um programa sobre ela e não um bate boca desagradável. E todo mundo sabe que Bolsonaro acaba manipulando a atenção pra sua presença, ele chamou Ariadna de heterofóbica, kkk, só ele usa este termo e acha que vai pegar, a Luciana e outra jornalista eram heteros, ela só não queria estar na presença desagradável dele, disse que se sente ofendido no modo que ele desrespeita os glbts e não lhe dirigiu a palavra. No palco estava o surtado Felipe Campos e a Angélica Morango, que adoro, seus argumentos são ótimos. Ele vem com um ar de apresentador e se deixar toma conta do programa, e ainda aquele papinho de que é “contra a parada gay”. Gostei mais ainda da Ariadna, vi que ela é bem mais consciente da postura militância e tem respostas científicas a altura, diferente do que mostrou no BBB. Quando a jornalista se referiu com o termo “mudança de sexo”, minha intuição logo apontou que aquele termo e modo de falar era errado, e ela própria corrigiu a mulher dizendo: “amada, é resignação sexual”. A jornalista não se mostrava homofóbica, mas ao mesmo tempo dava cada fora e não gostou depois das respostas atravessadas dos gays, só que o tom da mulher era bem ignorante, como se ela pensasse: “amo os homossexuais mas não acho normal”. Realmente, o tom sutil que ela falou de “mudança de sexo” dava a impressão que era como “mudança de roupa”, como se tirasse um sexo e botasse outro. Depois a mulher logo deixou cair a máscara dizendo: “vocês querem ser respeitados mas não respeitam a mim, a minha colocação” Ou seja, mais uma querendo parecer a linda para o público...
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