Ontem o capítulo de O Brado Retumbante foi emocionante, digno de um filme. O presidente Paulo Ventura, que brigou com seu filho quando descobriu que ele era gay, dizendo que ele devia aprender a ser homem, se choca quando seu filho Júlio volta do exterior mas como July. Ele até vai no psicólogo para aprender a aceitar a transexualidade do filho e a mãe já se acostuma a chamar ele de filha. Numa cena July reencontra uma amiga na praia, quando chega o namorado de moto pra vir buscar a moça, que apresenta para o namorado. Só que o badboy era homofóbico, nem pegou na mão de July e disse: “não me apresenta pra viadinho não que não gosto deles”. July respondeu: “Não gosta de dia, mas de noite no escondidinho...”. Ele fica com raiva e dá uma surra nela, que fica roxa, em coma, transfigurada no hospital. Quando o presidente Paulo vê a cena é comovente, chorei horrores, por que ele chora também e nestas horas, ele preferia ver o filho gay com outro homem, como transexual, mas desde que vivo. No final das contas ele acaba dando um pronunciamento nacional na tv e no fim fala seu assunto pessoal, de que demorou pra aceitar a homossexualidade do filho e que pedia perdão pra July, por não ter a acolhido antes. Foi uma linda mensagem, o pai do meu vizinho que é enrustido só fazia algum comentário, quero ver ele sentir na pele, se é que já não desconfia que o filho seja.
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